ARTE E CULTURA >> Dança >> Espetáculo

  • “Oju Obá” Espetáculo de dança butoh

    Da Redação em 13 de Julho de 2017    Informar erro
    Local: Teatro Angel Vianna - Centro Coreográfico do Rio de Janeiro
    ENDEREÇO: Rua José Higino, 115 – Tijuca
    CONTATO: (21) 3238-0601 | 3230-0357
    DATA : 21/07/2017 HORA : 20h VALOR : R$30 e R$15
    DATA : 22/07/2017 HORA : 20h VALOR : R$30 e R$15
    DATA : 23/07/2017 HORA : 18h VALOR : R$30 e R$15
    Calé Miranda apresenta o espetáculo de dança butoh “Oju Obá- o olho do rei que cai, o olho do rei que se levanta”, inédito no Rio. A estreia foi na Tailândia, em dezembro de 2016, no “11th International Butoh Festival Thailand”. O artista criou o afro-butoh que mistura a potência das artes marciais orientais com a força dos orixás. "Oju Oba" é uma expressão em yorubá que significa “o olho do rei”. Inspirada em “Rei Lear” de Shakespeare e em lendas sobre o Orixá Xangô, deus da justiça e do fogo na mitología afro-brasileira, a performance parte da idéia do rei “que envelheceu antes de ficar sábio”. Como este rei cheio de orgulho e pretensão, precisou cair para revisitar sua existência e reaprender como ser sábio para, enfim, levantar-se e retomar a confiança de seus seguidores. Ambos, Xangô e Lear, são homens velhos e tolos, que colocam as suas vontades acima das necessidades de seus reinos. Precisam expiar seus erros até que se tornem merecedores do poder que lhes foi confiado. A vigorosa dança de Xangô é impulsionada pela “dança interior” proposta pelo butoh, onde diferentes densidades e estados do corpo propõem a evolução da coreografia. Calé faz uma relação entre a energía “QI” (tchi) - utilizada nas artes marciais orientais e na dança butoh - e o “axé” - força necessária para fazer o Orixá dançar no corpo do iniciado no Candomblé. Segundo o performer é esta associação entre as duas tensões de energia que provoca a sua dança, que ele chama de afro-butoh Calé Miranda é performer e diretor de teatro dedicado há mais de 10 anos à dança butoh japonesa. Em sua pesquisa artística junta esta forma de arte iniciada no Japão nos anos 60 à mitología afro-brasileira. Com suas criações, Calé está construindo uma ponte constante de intercâmbio entre o Brasil e diversos países. Já se apresentou na França, Itália, Espanha, Tunísia, Peru, Tailândia entre outros.
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