A redução de 40,3% no número de inscrições preliminares de blocos na cidade do Rio de Janeiro pode ser atribuída a diversos fatores, como as dificuldades financeiras dos organizadores, as mudanças nas preferências musicais dos participantes e o desejo de maior liberdade durante os desfiles.
A opção por bandas no chão com músicos de sopro e percussão em vez de trios elétricos pode indicar uma busca por uma experiência mais autêntica e próxima, privilegiando a sonoridade ao vivo. Além disso, a redução nos custos associados a grandes estruturas e burocracias pode ser um fator significativo para os organizadores e participantes.
A queda no número de inscrições preliminares em comparação com o último Carnaval antes da pandemia pode ser interpretada de várias maneiras. Pode refletir preocupações contínuas relacionadas à pandemia, incertezas econômicas ou simplesmente mudanças nas preferências dos participantes em relação à forma como desejam celebrar o Carnaval.
Em qualquer caso, o Carnaval de 2024 parece apresentar uma dinâmica diferente, com uma ênfase na simplicidade, autenticidade e uma abordagem mais informal por parte dos blocos. Isso cria uma oportunidade para os foliões desfrutarem do evento de maneiras únicas e pode gerar uma atmosfera mais descontraída e participativa.
Em 2024, a Ritour teve cerca de 450 inscrições preliminares realizadas por blocos, um número 40,3% menor que o último carnaval antes da pandemia.