ARTE E CULTURA >> Exposição

  • Arte Contemporânea no Museu do Açude

    Da Redação em 17 de Julho de 2017    Informar erro
    Local: Museu do Açude
    ENDEREÇO: Estrada do Açude, 764, Alto da Boa Vista
    CONTATO: (21) 3433-4990
    DETALHES: Diariamente, exceto terças, das 11 às 17h | Ingresso: R$ 2  Gratuidade: Menores de 12 anos, pessoas com mais de 65 anos, grupos escolares, professores e guias turísticos em serviço, membros do ICOM e da Associação dos Amigos do Museu.

    O Museu do Açude recebe neste domingo, 31 de julho às 12h, novas obras dos artistas Waltercio Caldas, José Resende e Angelo Venosa. As novas instalações estabelecem uma relação com a história da Floresta da Tijuca e vêm ampliar de forma permanente o rico acervo local, criado pelo curador Marcio Doctors com obras de outros nomes consagrados como Iole de Freitas, Lygia Pape, Nuno Ramos, Helio Oiticica, Anna Maria Maiolino e Eduardo Coimbra.

    Na década de 1990, os artistas Waltercio Caldas, José Resende e Angelo Venosa enriqueceram a paisagem do Rio de Janeiro com a criação de esculturas de grande porte para importantes espaços urbanos da cidade. Vinte anos depois, o trio volta a atuar junto na cena carioca com a produção de trabalhos especialmente construídos para o Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude.

    Com uma obra em aço inoxidável de 14 metros de altura por seis de largura, o carioca Waltercio Caldas usará a grama da floresta como parte de sua produção, que trabalhará a relação do azul do objeto com o próprio céu. “É uma situação pensada no espectador. O trabalho é o motivo para as pessoas experimentarem o lugar e se relacionarem com o entorno”, explica Waltercio.

    A história do paulista José Resende com o Açude é antiga. Autor de uma escultura que foi devastada por uma tempestade em 2002, o artista foi convidado a criar uma nova instalação, que ficará junto à sede do museu. “Propus uma peça que tem a ver com a poética do trabalho anterior. Uma linha reta, solta no espaço, que aparece inesperadamente, feita com tubo de aço e placas de granito cinza claro”, explica o artista.

    Angelo Venosa apresentará um objeto feito em madeira, com técnica usada em construção de barcos. A obra, de forma arredondada, mede aproximadamente 2,4 metros nas três dimensões, com peso estimado de 300kg. Filho de marceneiro, Venosa surgiu na cena artística brasileira na década de 1980. É um dos poucos artistas egressos da chamada “Geração 80” dedicados à escultura e não à pintura. É autor de várias obras públicas no país, entre elas a famosa escultura Baleia, no calçadão do Leme.

    Sobre o curador Marcio Doctors: www.marciodoctors.com.br

    Estacionamento gratuito no próprio museu.

    Foto: Maquete obra Angelo Venosa


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