Monica Barki usa a arte como libertação. Experimenta, incorpora e transita com versatilidade entre os mais variados suportes. É com a força de seu trabalho que traz à tona temas como a condição feminina, os jogos de poder e as relações conflituosas. A mostra tem curadoria de Frederico Daltono e reúne cerca de 60 obras, entre desenhos, pinturas, gravuras, fotografias, vídeos, assemblages e máquinas em diferentes dimensões, produzidas no final dos anos 1970 até o início de 2017.
“Com esta exposição declaro todo o meu amor à arte. Ela expressa o que sou e sinto. É o modo mais sincero que encontrei de me comunicar com as pessoas”, diz a artista, justificando o título da mostra. Eu me declaro ocupa as quatro salas do segundo andar do Paço com trabalhos inéditos e obras impactantes nunca vistas pelo público.