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  • Museu do Amanhã em janeiro: Exposição temporária “Fruturos - Tempos Amazônicos” e o Dia da Baía de Guanabara

    Da Redação em 06 de Janeiro de 2022    Informar erro
    Museu do Amanhã em janeiro: Exposição temporária “Fruturos - Tempos Amazônicos” e o Dia da Baía de Guanabara

    Exposição Fruturos - Tempos Amazônicos (Foto: Albert Andrade)

    Local: Museu do Amanhã
    ENDEREÇO: Praça Mauá, 1 - Centro
    LINK: Clique aqui e visite o site
    O mês de janeiro terá dois focos principais no Museu do Amanhã: a nova exposição temporária “Fruturos — Tempos Amazônicos” e o Dia da Baía de Guanabara, estabelecido no dia 18. A partir destes temas, diversas atividades serão promovidas para que o público possa ser estimulado a refletir. 

    Na sexta-feira (18), às 10h30,  em referência ao Dia da Baía de Guanabara, a equipe de educação do Museu trará uma discussão sobre a origem da água e sua importância para a vida no planeta, a partir de uma contação de histórias baseada na obra “Livros das Águas: Índios do Xingu”, da editora Instituto Socioambiental. 

    Para quem deseja aprender mais sobre a Baía de Guanabara e sobre a Amazônia de uma só vez, o Amanhã de Histórias, que acontecerá no dia 22 de janeiro, das 15h30 às 17h, trará a conexão entre os dois temas. Uma contação de histórias no Belvedere, conduzida por Carlos Tukano, liderança indígena de sua etnia, que abordará o mito da Cobra Canoa. De acordo com os povos indígenas Desana e Tukano, a Cobra Canoa é um grande ser mítico/embarcação que carrega artefatos transformados em humanos, para relatar a concepção da vida da humanidade. Esta viagem começa no Lago do Leite, localizado no que se conhece hoje como Baía de Guanabara, e atravessa o litoral brasileiro até adentrar o terreno pelo Rio Negro. 

    Em 28 de janeiro, às 11h, educadores apresentarão a nova exposição “Fruturos - Tempos Amazônicos” no perfil do Museu do Amanhã no Tiktok. Para aqueles que buscam por atividades presenciais relacionadas à mostra, é possível realizar a visita mediada. Outras opções na programação são o Clube da Horta e a oficina performática. 

    As televisitas, as visitas cognitivas sensoriais e o Clube da Leitura também integram a programação do mês. 
     
    Televisita: português ou libras
    De terça a sexta-feira, todas as semanas de janeiro, no Google Meet
    10h30 às 12h

    As televisitas são virtuais e fazem parte do Programa de Educação do Museu do Amanhã, sendo uma nova modalidade de mediação. Esta categoria proporciona o diálogo junto às narrativas das exposições do Museu com o objetivo de estabelecer um processo de troca e vivência experimental dos eixos curatoriais, de modo inteiramente virtual, a partir da mediação. Nesta modalidade, os educadores, diretamente do Museu, apresentam a exposição para grupos conectados via sala de conferência on-line. Em janeiro, as televisitas vão ocorrer de terça a sexta, às 10h30 – com duração de 1h30 –, por meio da plataforma Google Meet em português ou libras. Além disso, o público poderá escolher vivenciar virtualmente a exposição principal ou a nova exposição temporária, “Fruturos: tempos Amazônicos”. Os grupos interessados – de até 100 pessoas – devem realizar agendamento previamente em nosso site, através do formulário disponível na aba do Educativo.
     
    Trilhar os Amanhãs
    De terça a sexta-feira, todas as semanas de janeiro
    11h às 12h

    Trilhar os Amanhãs é destinado ao público espontâneo do Museu, realizado de forma presencial, a partir da mediação de educadores. O objetivo é apresentar e aproximar a narrativa curatorial das exposições a grupos de visitantes. Em janeiro, o Trilhar será oferecido de terça a sábado, às 11h, e poderá ter como percurso a exposição principal ou a nova exposição temporária, “Fruturos -Tempos Amazônicos”. Atividade sujeita a lotação máxima de 15 pessoas.
     
    Visita Mediada
    De terça a sexta-feira, todas as semanas de janeiro (exceto dias 4 e 5),  presencial
    Das 10h às 12h e das 14h às 16h 

    As visitas mediadas fazem parte do Programa de Educação do Museu do Amanhã e são realizadas de terça a sexta presencialmente, com o objetivo de trabalhar as narrativas curatoriais do Museu através da mediação de nossos educadores. Em janeiro, os grupos agendados poderão escolher entre visitar a exposição principal ou a nova exposição temporária “Fruturos - Tempos Amazônicos”. Os interessados deverão realizar previamente o agendamento pelo site para grupos de até 30 pessoas.
     
    Visitas Cognitivas Sensoriais
    07, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de janeiro, presencial
    9h às 10h30

    O Museu do Amanhã recebe, em horário exclusivo, pessoas com deficiência intelectual, pessoas com transtorno do espectro autista e outros transtornos do neurodesenvolvimento e seus acompanhantes, conforme orienta a Lei Municipal 6278/2017. Os espaços ganham sonoridades adaptadas e objetos sensoriais relacionados aos conteúdos da exposição principal. O agendamento desta modalidade de visita deve ser realizado previamente, mediante preenchimento do formulário no site do Museu. Para a atividade, é solicitada a chegada antecipada em 15 minutos. 
     
    Oficina de Vitória-Régia
    8 de janeiro, presencial
    11h às 12h

    No workshop performático de vitórias régias, o participante aprende a fazer a flor amazônica em técnicas de dobradura a partir do mote da lenda sobre a sua criação. Ao fim, o público segue em cortejo para entregar suas vitórias régias aos espelhos d’água do Museu do Amanhã, colaborando para uma instalação artística que parte de reflexões sobre a vida.

    Clube da Horta - Retomada terra indígena
    15 de janeiro, presencial
    15h às 16h30

    Neste mês, a Horta do Amanhã será retomada para um estudo liderado pela educadora indígena Niara do Sol e o contador e caçador de histórias Dauá Puri sobre as espécies que brotaram na terra do Museu do Amanhã. 
     
    Clube de Leitura: Kentukis
    15 de janeiro, no Zoom
    das 10h às 12h

    O livro Kentukis, de Samanta Schwebin, será tema do Clube de Leitura do Museu do Amanhã. O que aconteceria se fosse permitido às pessoas entrar na casa de desconhecidos e circular livremente por meio de um dispositivo tão adorável quanto um robô de pelúcia? Do que somos capazes quando guiados pelas regras incertas de um novo contrato social e sob a garantia do anonimato? Neste romance original e divertido, mas também aterrador, Samanta Schweblin, uma das principais vozes da literatura argentina atual, explora o lado inquietante da tecnologia e constrói um poderoso retrato da vida moderna. Solidão, afeto e generosidade, mas também oportunismo, infâmia e perversão, são alguns dos sentimentos que, atravessados pela virtualidade e pela paradoxal fragilidade da comunicação contemporânea, compõem este romance demasiado humano, verdadeira anatomia moral de nossos dias.
     
    Amanhã de histórias - Um planeta água chamado Terra
    18 de janeiro, presencial
    10h30 às 12h

    No Dia da Baía de Guanabara, o Museu do Amanhã traz uma discussão sobre a origem da água e sua importância para a vida no planeta a partir de uma contação de histórias baseada na obra “Livro das Águas - Índios do Xingu”, da editora Socioambiental. O encontro, destinado preferencialmente para crianças acompanhadas de seus responsáveis, conduzirá o público para o tempo de seus ancestrais através de sons, palavras e ações para valorizar um dos principais elementos da vida: a água. Após a contação de histórias, todos os participantes serão convidados a conhecer a exposição “Fruturos - Tempos Amazônicos”, onde terão a oportunidade de relacionar o aprendizado adquirido com os desafios da Amazônia.
     
    Amanhã de histórias: Conexão Guanabara-Amazônia
    22 de janeiro, presencial
    15h30 às 17h

    Para quem deseja aprender mais sobre a Baía de Guanabara e também sobre a Amazônia de uma só vez, uma contação de histórias que acontecerá no dia 22 de janeiro, das 15h30 às 17h, trará a conexão entre os dois temas. As mitologias Desana e Tukano (Amazonas) narram a viagem da Cobra Canoa, um grande ser mítico. Uma embarcação viva que carrega artefatos transformados em humanos, para relatar a concepção da vida da Humanidade. Esta viagem começa no Lago do Leite, hoje conhecido como Baía de Guanabara, percorrendo o litoral brasileiro até adentrar a Amazônia pelo Rio Negro. Este fio de concepção da Humanidade será recriado por meio de uma contação de histórias no Belvedere – área com vista panorâmica para a baía – conduzida pelo líder indígena Carlos Tukano.
     
    Televisita: Fruturos - Edição Especial (Aberta)
    28 de janeiro,  no TikTok
    11h às 12h

    Os educadores apresentam a exposição “Fruturos - Tempos Amazônicos” no perfil do Museu do Amanhã no TikTok. A experiência é inteiramente virtual e em tempo real. A audiência poderá fazer perguntas pelos comentários e ser respondida ao vivo.
     
    Horta do Amanhã - Das várzeas para o mundo
    29 de janeiro, presencial
    14h às 16h

    Tendo em vista a exposição “Fruturos - Tempos Amazônicos”, o Museu propõe uma atividade na Horta do Amanhã para promover conhecimento sobre a  samaúma, árvore rainha da Amazônia. A espécie, que ganhou uma réplica estilizada na mostra, tem extraordinária capacidade de retirar água das profundezas do solo, a ponto de distribuí-la para outras árvores ao seu redor.
     
    Mais informações no site do Museu: https://museudoamanha.org.br/
     


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