O Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny, na PUC-Rio, exibe a exposição “Quando a beleza (não) provoca sombras”, do coletivo de gravura do ateliê Projeto Impresso, coordenado por Angela Rolim. A exposição segue em cartaz até 20 de março de 2026 e a entrada é gratuita. O Solar funciona de segunda à sexta, das 10h às 17h.
A mostra propõe uma reflexão sobre a beleza a partir da gravura, explorando analogias, símbolos e representações que atravessam o fazer artístico, o ver e o sentir, reunindo obras de artistas integrantes do Projeto Impresso.
Partindo da ideia de que a beleza é uma força quase universal, mas cercada de dúvidas e questionamentos, a exposição percorre diferentes caminhos poéticos e visuais. Por meio da gravura, o coletivo propõe um inventário da beleza, destacando o abstrato e abrindo espaço para experiências sensíveis, sem recorrer a definições, critérios ou conceitos fechados.
A exposição aposta em um diálogo direto com o público, buscando provocar reações e percepções a partir de narrativas construídas pela essência e pela singularidade de cada artista. O conjunto de obras apresenta escritas visuais definidas por desenhos marcantes e traços dominantes, explorando a captação do belo para além de suas sombras.
Segundo o professor Carlos Eduardo Felix, diretor do Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny, a realização da mostra reforça o papel do espaço como polo de difusão artística e reflexão cultural: “É um privilégio para o Solar receber uma exposição como “Quando a beleza (não) provoca sombras”. Exposições como esta reafirmam a vocação do museu como espaço de diálogo, circulação artística e pensamento crítico, consolidando sua presença no circuito cultural da cidade”, destaca.
A mostra “Quando a beleza (não) provoca sombras” é realizada pelo Projeto Impresso e ocupa os espaços do Solar Grandjean de Montigny, integrando a programação cultural oferecida pela PUC-Rio à cidade do Rio de Janeiro.