Há praticamente um ano em cartaz, O Rio do samba: resistência e reinvenção conta a história do samba carioca desde o século XIX até os dias de hoje.
A mostra ocupa o museu dos pilotis à Sala de Encontro, e tem como espaço principal o terceiro andar da instituição, área dedicada a investigar a história do Rio de Janeiro.
Para explorar os aspectos sociais, culturais e políticos do samba, os curadores Nei Lopes, Evandro Salles, Clarissa Diniz e Marcelo Campos reuniram cerca de 800 itens.
A narrativa se faz através de obras de Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Helio Oiticica, e uma instalação de Carlos Vergara desenvolvida com restos de fantasias.
O prato de porcelana tocado por João da Baiana e joias originais de Carmem Miranda são algumas das raridades em exibição.
Além disso, cinco obras foram criadas especialmente para a exposição. Há também uma instalação interativa com destaque na Sala de Encontro e uma intervenção na entrada do museu com os nomes das etnias africanas escravizadas no Brasil.
Para explorar os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos, os curadores Nei Lopes, Evandro Salles, Clarissa Diniz e Marcelo Campos reuniram cerca de 800 itens.
Gustavo Speridião ocupa uma parede com uma obra inspirada na geografia do samba no Rio e João Vargas apresenta uma videoinstalação sobre o samba.
Uma exposição imperdível!