A festa de encerramento do Festival Multplicidade vai ocupar o Armazém da Utopia, Galpão 6 e Anexo 5. A noite começa com o canadense Martin Messier. Depois de passar por festivais internacionais como o Sónar (Barcelona), o Mutek (Montreal) e o Intermediale (Berlim), ele se apresenta com a performance “FIELD”, uma composição de ruídos e luzes. Em seguida, Paul Jebanasam e Tarik Barri realizam uma experiência audiovisual, com a apresentação “Continuum AV”, derivada do álbum homônimo de Paul e cheio de melodias fragmentadas.
Pela primeira vez no Brasil, os italianos do Ninos du Brasil fazem um show de percurssão com um fundo de arte visual. A dupla mistura música de carnaval com punk e eletrônico. A brasileira Lenora de Barros também participa do Ocupa Porto com a instalação audiovisual “O Barulho é Visual / O Bagulho é Visual”. Para encerrar, o espanhol Carlos Casas mostra o projeto “Avalanche”, um filme que explora a relação entre paisagem, universo sonoro, música e novas formas artísticas de representação.
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