O Aquarela Carioca retorna aos palcos com o espetáculo “IDIOMA”, em uma apresentação que reúne diferentes momentos da trajetória do quinteto e reafirma a pesquisa do grupo em torno da música instrumental brasileira.
Formado por Lui Coimbra (violoncelo, rabeca e violão), Mário Sève (saxofones, flauta e flautim), Marcos Suzano (pandeiro e percussão eletrônica), Paulo Muylaert (guitarra) e Paulo Brandão (baixo, violão e sonoplastias), o grupo construiu uma sonoridade marcada pelo encontro entre música brasileira, jazz, música de concerto e referências de diferentes culturas.
No repertório de “IDIOMA”, aparecem releituras de “Kashmir”, do Led Zeppelin, “Sherazade”, de Rimsky-Korsakov, “Deus Xangô”, de Astor Piazzolla, e “Afrikan Market Place”, de Abdullah Ibrahim, além de obras de Caetano Veloso, Villa-Lobos, temas tradicionais e composições autorais.
Ao longo da carreira, o Aquarela Carioca lançou seis álbuns, recebeu indicações ao Prêmio Sharp de Música e foi eleito Revelação Instrumental do Ano pela Folha de S.Paulo. O grupo também trabalhou com artistas como Ney Matogrosso, Alceu Valença, Pedro Luís e o trombonista norte-americano Steve Turre. Entre os projetos, está o álbum As Aparências Enganam, gravado com Ney Matogrosso.
A apresentação reúne a formação original do quinteto em um espetáculo que percorre 35 anos de pesquisa, improvisação e experimentação musical.