De um projeto idealizado por Bruna Caram, com arranjos de Norberto Vinhas e pesquisa de repertório de Jean Wyllys, o show “Afeto e Luta – Bruna Caram canta Gonzaguinha” aconteceu pela primeira vez durante a pandemia, sem público, em formato de live.
E foi devido a um pedido especial dos seus fãs (e fãs do compositor) que Bruna decidiu transformar o projeto em turnê - e no sétimo disco de sua carreira.
O desejo de cantar Gonzaguinha veio, não só da paixão por sua obra, mas pelo fato de ter percebido o quanto era pertinente e vigorosa nos tempos de medo, ódio e descaso pelos quais passamos. Sendo assim, ao longo de dois anos, a multiartista mergulhou para o trabalho mais criterioso de sua carreira. Segundo a cantora, para "trazer para o estúdio a energia do público”, fez questão de iniciar a turnê antes do disco, passando por cidades do Sudeste ao Nordeste.
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