Sob a liderança de Silvério Pontes e a inspiração do decano Zé da Velha, o Choro na Rua pôs-se logo a experimentar o deslocamento do espírito da roda em diferentes espaços: botequins, praças, teatros, museus, festivais e só faltava a experiência dura do estúdio de gravação, com seu frio rigor.
Agora não falta mais! Com a gravação do seu álbum, o Choro na Rua prova que, se todos os músicos envolvidos assumirem firme a atitude de compartilhar, a fluência da execução e a energia do improviso ficam intactos.