No Dia Nacional do Choro, o Trem do Choro parte da Estação Central do Brasil com destino a Olaria. O deslocamento vira cortejo musical, com instrumentos acompanhando o trajeto pelos trilhos.
A ação também presta homenagem ao mestre Zé da Velha, referência do gênero, lembrado nas rodas e nos arranjos que seguem circulando pela cidade. Nilze Carvalho é outra homenageada.
O percurso reafirma o choro como prática coletiva e presente no cotidiano urbano. Durante o trajeto, grupos de choro se apresentarão ao vivo em cada vagão, transformando o trem em um palco itinerante dedicado à música instrumental brasileira.
Ao desembarcar em Olaria, músicos e público seguem em cortejo até a Travessa Pixinguinha, onde será prestada uma homenagem a Alfredo da Rocha Vianna Filho, o eterno Pixinguinha. O encerramento acontece no Reduto Pixinguinha, na Praça Ramos Figueira, com uma grande roda de choro e uma feira cultural.
A iniciativa é do Coletivo Trem do Choro, formado por instituições culturais da Zona da Leopoldina, com apoio da SuperVia. A participação é aberta ao público, mediante pagamento da tarifa regular de embarque.