A temporada intitulada “Samba e amor”, que fica em cartaz nos dias 3, 10, 17 e 24 de março no projeto Terças no Ipanema, celebra ainda os 70 anos do cantor, músico e compositor no mítico palco do Teatro Ipanema Rubens Corrêa.
A cada terça-feira, Zé Renato receberá diferentes convidados. Na estreia, dia 3 de março, será o parceiro Nei Lopes, com quem Zé compôs “Pandeiro”, além de outros sambas em parceria, como “Cândidas Neves”, e clássicos de Nei com Wilson Moreira, como “Senhora Liberdade”.
No dia 10, os convidados serão seus parceiros (sobretudo de samba) Pedro Luís e Paulinho Moska. Com Pedro Luís, entre outros, Zé vai interpretar o samba de roda “Cabô”, que dá título ao seu disco de samba. Do mesmo álbum, com Moska, vai entrar no repertório o samba choro “Cama da ilusão”.
No dia 17, Zé Renato recebe três convidados. Com Teresa Cristina, vai cantar sambas que fizeram juntos, como os belíssimos “Pra cobrir a solidão” e “Delicada”. A noite terá ainda a presença de dois dos principais instrumentistas do samba: o violonista Cláudio Jorge, vencedor do Grammy de melhor disco de samba de 2024, e o percussionista Marcelinho Moreira, que acompanha Zé Renato desde o disco “Cabô”, ambos também cantores e compositores.
No dia 24, último da temporada, Zé Renato praticamente refaz o disco “A alegria continua”, com a participação da cantora Mariana de Moraes, Vidal Assis, compositor e cantor que acabou de lançar um álbum sobre Elton Medeiros, e o maestro e compositor Francis Hime.
Nos quatro shows, Zé Renato vai desfiar sambas, dos clássicos aos contemporâneos. Do tributo que fez a Silvio Caldas, por exemplo, vem o samba que dá título à série de shows, “Viva meu samba”, clássico de Billy Blanco. De Zé Kéti, clássicos como “Mascarada" e “Diz que fui por aí”.
De Noel Rosa e seu sucessor Chico Buarque, vem “Feitio de oração” e “Samba do grande amor”, respectivamente. De Paulinho da Viola, “Sofrer”, e assim por diante. E vai cantar também sambas que não gravou ainda, como “Siri recheado e o cacete” (João Bosco e Aldir Blanc), além de sambas próprios, como “Pra você gostar de mim” (de sua parceria com Joyce Moreno).