ARTE E CULTURA >> Teatro

  • “Adeus, Palhaços Mortos” da Cia Academia de Palhaços

    Da Redação em 16 de Maio de 2017    Informar erro
    Local: Sesc Copacabana (Mezanino)
    ENDEREÇO: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana
    CONTATO: (21) 2547-0156
    DETALHES: De 4 a 28/05/17 quinta a sábado às 21h e domingo às 20h | R$ 6 (Associados Sesc RJ), R$ 12 (meia) e R$ 25 (inteira)
    Adeus, Palhaços Mortos é uma adaptação da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec. Neste espetáculo a companhia teatral Academia de Palhaços faz uma releitura crítica de seus nove anos de trajetória artística no universo do teatro popular circense, a partir da provocação de um dos mais promissores diretores da cena contemporânea paulistana: José Roberto Jardim.

    A obra expõe de maneira provocativa e impactante três velhos palhaços de circo que acidentalmente se reencontram, depois de muitos anos, na antessala de uma agência de empregos. Eles sabem que só um será escolhido. Então suas amizades, memórias, segredos, pequenezas e vilanias serão expostos, criando, dessa maneira, uma ode ao ofício do ator e uma profunda reflexão sobre os fundamentos filosóficos da carreira artística. A sala de espera desse teste de casting, que nunca acontece, se revela um não-lugar, um limbo onde estas três figuras se veem condenadas a rever suas escolhas éticas e estéticas, num exercício infinito de reflexão sobre a resiliência do artista, a urgência da Arte e a sacralidade do ofício.

    O espaço cênico que abriga esta encenação é um cubo cuja face frontal e as duas faces laterais são fechadas por uma fina tela que recebe a cada cena diferentes vídeo-projeções mapeadas que ora revelam e ora escondem os atores e ajudam a criar desta maneira o não-lugar no qual os três personagens se encontram, utilizando-se de grafismos abstratos e de trechos de vídeos documentais de registro da trajetória da companhia Academia de Palhaços. Toda esta engrenagem composta pela interação entre vídeo-mapping e atores é regida por uma trilha sonora eletroacústica bastante violenta que ajuda a criar os abruptos deslocamentos de percepção propostos pela encenação.

    O espectador ao ser impactado pela violência dos deslocamentos espaço-temporais é convidado a um passeio pelas questões que movem estes velhos artistas desde seu passado de glória até seu inevitável futuro.

    Ficha Técnica

    • Texto Original: Matei Visniec
    • Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
    • Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
    • Direção Musical e Trilha Sonora Original ao vivo: Tiago de Mello
    • Fotos : Victor Iemini

    Bilheteria - Horário de funcionamento: Segunda, de 9h às 16h; Terça a Sexta, de 8h às 21h; Sábado, de 13h às 21h; Domingo, de 13h às 20h.

    Classificação 12 anos

    Duração: 70 minutos

    Gênero: Drama


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