O monólogo EGO propõe uma reflexão direta sobre ansiedade, identidade, autocobrança e a influência do ego na vida cotidiana. A encenação parte de conceitos da obra de Eckhart Tolle, especialmente do livro O Poder do Agora, e ganha forma teatral com supervisão de Clarice Niskier e direção de Gustavo Rizzotti.
A proposta é conduzir o público por uma experiência sensorial que permanece após o término da apresentação. Em cena, o texto e a interpretação trabalham a percepção do “eu”, os ruídos mentais e a pressão interna que molda comportamentos, escolhas e relações.
Em cartaz no Futuros – Arte e Tecnologia, no Flamengo, o espetáculo utiliza a proximidade da sala e o limite reduzido de lugares para criar um ambiente de concentração e escuta.