A reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Denise Pires de Carvalho, assumirá a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação (MEC). O convite partiu do ministro Camilo Santana (PT), que fez o anúncio na tarde desta sexta-feira, 6/1, em Brasília, durante coletiva de imprensa.
Com a ida de Denise para a função no Ministério, o vice-reitor, Carlos Frederico Leão Rocha, ocupará o posto de reitor da UFRJ até julho deste ano, quando o mandato, que começou em julho de 2019, termina. Ainda será escolhido um nome para o posto de vice-reitor. Em abril, uma pesquisa interna deverá ser realizada a fim de que seja escolhida a Reitoria para o quadriênio 2023-2027.
Depois de quase 100 anos, Denise foi a primeira mulher a ocupar o posto de reitora da maior universidade federal do país, cuja presença nas dez primeiras posições nos rankings latino-americanos é sempre notada. Seu mandato começou em julho de 2019 e terminaria em julho deste ano. Foi com entusiasmo que ela recebeu o convite para conduzir a Secretaria de Educação Superior do governo brasileiro.
- Estar à frente da Sesu será uma honra enorme! Enquanto estiver na condução da Secretaria, manterei diálogo permanente com as instituições de ensino superior. Agradeço muito a confiança do ministro Camilo Santana. Temos muito trabalho pela frente na Sesu, mas, ao mesmo tempo, muita disposição para fazer a diferença a fim de fortalecer as políticas públicas voltadas ao ensino superior brasileiro. Precisamos combater a evasão de estudantes das universidades e garantir que eles concluam a formação acadêmica. Outro desafio é fazer do Brasil um país atrativo para que nossos melhores profissionais desenvolvam suas carreiras aqui. É necessário construir um cenário de oportunidades que favoreçam universidades, estudantes e a formação continuada de professores. Isso fortalecerá o sistema educacional brasileiro e aperfeiçoará a visibilidade da educação superior do Brasil pelo mundo. Dessa forma, caminharemos para termos um país verdadeiramente independente, como acontece em todos os países desenvolvidos.
Fonte e foto: Conexão UFRJ