O presidente do Hotéis Rio, Alfredo Lopes, se pronunciou após o anúncio do cancelamento do Réveillon no Rio, por parte da prefeitura, neste sábado (25). Ele, que também é do Conselho Deliberativo da ABIH-RJ, destacou que a decisão foi “unilateral” e classificou como “absurdo total”, já que a festa tem grande impacto na economia da cidade e no segmento turístico.
Ainda segundo Alfredo, a iniciativa privada do setor hoteleiro investe mais de R$ 20 bilhões para o período e que sustenta cerca de 100 mil empregos.
“Vínhamos conversando com o presidente da Riotur sobre uma proposta de realizar a queima de fogos em vários pontos da cidade e não ter show em Copacabana, justamente para não termos aglomeração. O cancelamento é um absurdo total, em decisão tomada unilateralmente, sem conversar com a iniciativa privada do setor hoteleiro, que tem mais de R$ 20 bilhões de investimentos e sustenta cerca de 100 mil empregos na cidade”, revelou Alfredo.
De acordo com o presidente do Hotéis Rio, a ideia era descentralizar a queima de fogos e distribuir as pessoas em vários pontos da cidade.
“O Carnaval até concordamos com o adiamento, mas cancelar o Réveillon sem ter um plano B é um absurdo total, porque é um caso muito diferente de São Paulo, que não tem os pontos turísticos que temos no Rio. A proposta era criar pontos descentralizados de fogos, no Pão de Açúcar, no Corcovado, em Copacabana, no Aterro do Flamengo… Só de praias temos vinte, o que evitaria a aglomeração em Copacabana”, completou.
Fonte: G1