Após três meses de obras, uma área de 5.440 metros quadrados, entre a Rua Coronel Eurico de Sousa Gomes Filho e a Avenida Rodolfo de Amoedo, na Barra da Tijuca, se transformou no Parque Oceânico.
Entre as intervenções estão iluminação com holofotes de LED, a recuperação de mobiliários como balanço, gangorra e bancos, instalação de novos equipamentos de ginástica feitos de inox e a criação do primeiro espaço público destinado a cães na região.
O parcão, um dos destaques do local, ocupará 1.442 metros quadrados e terá atrativos como obstáculos em madeira plástica para cachorros, pinturas artísticas e equipamentos como bancos feitos a partir do reaproveitamento de pedaços de troncos, tudo cercado por uma estrutura feita de eucalipto e tela galvanizada.
A revitalização do local é resultado de ações integradas da Subprefeitura da Barra da Tijuca com a Secretaria de Conservação, Comlurb, Rioluz e CET-Rio, além de participação da sociedade civil.
O projeto do Parque Oceânico incluiu a adoção e revitalização completa do Recanto Marapendi. A área de 691,56 m2 foi adotada pelo SOS Lagoas, que contou com a participação de voluntários e crianças do projeto Pé de Gol, do Clube de Regatas do Flamengo, no plantio coletivo de cerca de 190 mudas de árvores nativas para a criação do bucólico bosque arborizado nas margens do canal.
– Áreas no entorno de nossas águas devem sempre ser protegidas. A melhor educação ambiental é permitir e estimular o encontro do cidadão com a natureza. Quem conhece, dá valor e cuida, pois percebe que nosso bem-estar está associado ao contato com a natureza. Assim que conseguimos o aval do subprefeito Raphael Lima e o apoio do Flamengo para o plantio das mudas, projetamos o espaço para ser uma área de convivência e aproximação às lagoas. A união de esforços entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público é o caminho para o sucesso – afirmou Cris Queiroga, responsável pelo projeto SOS Lagoas, adotante do espaço.