Chegou ao Rio a última carga vinda da China com 60 monitores – indispensáveis para abertura de novos leitos de UTI – e 69 aparelhos de anestesia, além de um milhão de toucas e 156 mil máscaras N-95.
Este é o sexto voo fretado pela Prefeitura para viabilizar a chegada dos equipamentos no município, esforço que se fez necessário diante das dificuldades de aquisição e entrega, enfrentadas em todo o mundo por causa da pandemia do novo coronavírus.
Foram cerca de 18 mil itens comprados para modernizar e aprimorar a infraestrutura da rede, com um investimento de mais de R$ 370 milhões. Resultado do planejamento estratégico da atual gestão para a área de saúde, a compra dos equipamentos foi feita antes da pandemia, o que garantiu preços menores do que os praticados atualmente e a chegada dos itens em tempo de combater a crise sanitária da Covid-19 e salvar inúmeras vidas.
A cidade do Rio de Janeiro abriu 1.252 leitos especializados no tratamento da Covid-19 – sendo 248 de UTI – e conseguiu disponibilizar dois hospitais de referência para a população. Com a compra de tomógrafos – para identificar a Covid-19 em seu estágio inicial – de última geração, criou centros de imagem em hospitais e unidades de Atenção Primária.
Os novos equipamentos estão sendo instalados nas unidades de saúde da rede municipal. Além dos locais de referência para o tratamento do novo coronavírus, eles foram levados para outros hospitais, UPAs, CERs e clínicas da família.
Na semana passada, os hospitais Salgado Filho e Miguel Couto receberam equipamentos novos, entre eles um novo tomógrafo para cada unidade (ambas já haviam recebido outro aparelho, ano passado), que passam a contar, cada uma, com dois equipamentos. O prefeito Marcelo Crivella fez a entrega de aparelhos também nos Hospitais Lourenço Jorge, na Barra e Pedro II, em Santa Cruz, além do Hospital Rocha Faria, em Campo Grande.
Fonte: Prefeitura do Rio