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  • Cirque du Soleil demite 4.600 funcionários e pede recuperação judicial para evitar falência

    Da Redação em 07 de Julho de 2020    Informar erro
    Cirque du Soleil demite 4.600 funcionários e pede recuperação judicial para evitar falência

    O Cirque du Solei solicitou pedido de recuperação judicial para tentar evitar o processo de falência. O grupo canadense entrou em programa de proteção contra os credores após a pandemia de Covid-19 forçar a companhia a paralisar seus espetáculos ao redor do mundo, abrindo uma disputa pelo controle de uma das empresas de entretenimento ao vivo mais conhecidas em todo o planeta.
     
    A informação de que o Cirque podia abrir declaração de falência começou a circular em março.
     
    O conglomerado pede uma injeção de US$ 300 milhões para poder retomar seus negócios. Com sede em Montreal, o Cirque du Soleil, cuja dívida gira em torno de US$ 1,6 bilhão, abriu pedido de proteção por meio do Ato de Acordo de Companhias com Credores no Canadá. Os termos estão programados para serem ouvidos nesta terça na Corte Surpema de Quebec.
     
    Empresas do ramo de entretenimento que dependem de grandes públicos estiveram entre as primeiras casualidades econômicas do novo coronavírus. O Cirque du Soleil demitiu 4.679 funcionários — cerca de 95% de sua força de trabalho — no dia 19 de março, após fechar 44 produções. O grupo tem apenas um espetáculo ativo atualmente, na China.
     
    Fundado há 36 anos, o conglomerado espera reemergir do processo de estruturação como uma entidade muito mais enxuta, com cerca de mil funcionários. De acordo com o CEO Daniel Lamarre, 700 desses empregados ficariam baseados em Las Vegas, onde a companhia ganhou 40% de sua bilheteria de US$ 1 bilhão no último ano. Eles esperam estrear um novo show na cidade em novembro. Segundo Lamarre, as turnês voltarão em 2021, caso a situação da pandemia permita.
     
    Quebecor Inc. e Guy Laliberte, fundador do Cirque, já demonstraram interesse em investir na companhia.
    "Nós sabemos que provavelmente mais cinco grupos têm interesse em fazer uma oferta", disse Lamarre. "A boa notícia é que sabemos que alguém está comprometido em garantir o futuro da empresa. Dentro de 45 dias nós saberemos se alguém estará disposto a investir ainda mais."
     
    Fonte: O Globo


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