O Magazine Luiza irá abrir um processo de treinamento para funcionários apenas com negros. A consultora Jorgete Lemos afirma que a iniciativa da empresa vem em um momento histórico em que as diferenças sociais e raciais ficaram evidentes, tanto em razão do coronavírus, quanto em virtude dos protestos antirracistas americanos.
A professora da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pesquisadora em racismo e seus efeitos no Mercado de Trabalho, Alessandra Benedito, chama a atenção para o fato de que processos deste tipo procuram ajudar o crescimento profissional dos jovens contratados.
Atualmente, o Magalu tem em seu quadro de funcionários 53% de pretos e pardos. Mas apenas 16% deles ocupam cargos de liderança. O alerta despertado por essa baixa participação fez com que o Magalu decidisse atuar, oferecendo oportunidades para quem ainda está começando a carreira, diz a companhia.
Fonte: Brasil 247