De acordo com os investigadores, o proprietário não estava no local no momento das agressões, cedeu as imagens de câmeras de segurança para a polícia e não teve participação no crime. O trio de agressores foi identificado pelo proprietário do Tropicalia através de apelidos.
A Justiça decretou as prisões temporárias dos três suspeitos pelo espancamento. Fábio Pirineus da Silva, o Belo, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, o Dezenove, e Brendon Alexander Luz da Silva, conhecido como Tota, estão detidos desde terça-feira na Delegacia de Homicídios da capital (DHC).
Em coletiva, o titular da Delegacia de Homicídios da Capital, delegado Henrique Damasceno, afirmou que nenhum dos três indiciados trabalhava no quiosque. "Essas três pessoas não trabalham no quiosque. O próprio dono do quiosque auxiliou bastante nas investigações sendo solícito à Polícia Civil, fornecendo as imagens, inclusive auxiliando na identificação desses autores", afirmou.
O congolês sofreu traumatismo do tórax, com contusão pulmonar, provocado por ação contundente, de acordo com laudo do Instituto Médico-Legal (IML).
Fonte: O Dia