O prefeito do Rio, Eduardo Paes, desistiu de exigir comprovante de vacinação para entrada em shoppings e transportes em táxis e aplicativos.
Ainda assim bares, lanchonetes, restaurantes, refeitórios, serviços de alimentação com clientes sentados em áreas internas, serviços de embelezamento, estética e congêneres continuam na lista.
O documento torna-se também obrigatório para acesso a estabelecimentos de hospedagem e acomodação, incluindo as locações de imóveis por temporada e os serviços contratados por aplicativo.
Desde o dia 27 de agosto, o comprovante vacinal já é exigido em academias de ginástica, estádios e ginásios esportivos, cinemas, teatros, museus, galerias e exposições de arte, convenções, conferências, entre outros.
"Como o governo federal não toma nenhuma medida de exigência de comprovação de vacina pra entrar no Brasil, e isso é papel do governo federal, a gente ampliou a exigência do passaporte vacinal na cidade, dentro da racionalidade, houve exageros, com taxis e shoppings, mas a gente vai proteger mais a cidade", disse Paes.
No Rio, toda a população de 12 anos ou mais precisa ter tomado a 2ª dose. No entanto, 600 mil pessoas não retornaram aos postos para tomar a segunda dose.