Com estimativa de movimentar R$ 3,36 bilhões na economia carioca, o Rock in Rio 2026 reforça o peso econômico do festival para setores como turismo, hotelaria, transporte, comércio, gastronomia e entretenimento.
A menos de três semanas da venda geral de ingressos, marcada para o dia 8 de junho, o Rock in Rio 2026 anunciou novos detalhes da próxima edição e reforçou o impacto econômico que o evento deve gerar no país.
Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), a edição de 2026 projeta movimentar R$ 3,36 bilhões na economia brasileira, consolidando o festival como um dos maiores motores econômicos ligados ao entretenimento no país.
O crescimento mantém a trajetória de expansão do evento. Em 2017, o impacto econômico calculado pela FGV foi de R$ 2,65 bilhões. Para este ano, além da movimentação financeira, a expectativa é de geração de 33,9 mil postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos, envolvendo profissionais de áreas como turismo, hotelaria, gastronomia, segurança, logística, transporte, cenografia, audiovisual e produção cultural.
Segundo a organização, serão mais de 30 mil profissionais credenciados trabalhando diretamente na operação do festival. O estudo também aponta que, para cada R$ 1 investido na realização do evento, R$ 6,59 são gerados na economia brasileira.
Presidente e criador da Rock World, Roberto Medina destacou que o impacto do festival vai além dos palcos e atinge toda a cadeia econômica da cidade.
“Quando temos um estudo projetando R$ 3,36 bilhões movimentados na economia, não estamos falando apenas de um número impressionante. Estamos falando de uma cidade inteira que se prepara, se transforma e vive o festival junto com a gente. É o vendedor ambulante, o taxista, o hotel, o pequeno empreendedor, o artista, os milhares de profissionais que fazem essa engrenagem acontecer”, afirmou.
Fonte: Rock in Rio