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  • UERJ desenvolve aparelho que detecta coronavírus no ambiente

    Da Redação em 29 de Junho de 2020    Informar erro
    UERJ desenvolve aparelho que detecta coronavírus no ambiente

    Cientistas do Laboratório de Radioecologia e Mudanças Globais (Laramg) do Departamento de Biofísica e Biometria da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) desenvolveram um amostrador individual portátil e de baixo custo, para mapear áreas críticas de Covid-19. Batizado de Coronatrack, o aparelho foi criado pela equipe da Universidade com o auxílio da impressora 3D.
     
    De acordo com Heitor Evangelista, professor de biofísica do Uerj e pesquisador do Laramg, uma ideia é permitir às pessoas a possibilidade de monitorar a carga viral nos locais por onde costumam transitar.
    “Já vínhamos, há alguns meses, fazendo um mapeamento de áreas com grande circulação, mas percebemos que as pessoas têm dúvidas e medos em relação à sua rua, seu bairro, seu local de trabalho e o deslocamento que fazem no dia a dia. Por isso desenvolvemos o Coronatrack, afirma Evangelista.
     
    O equipamento é acondicionado em uma pequena caixa confeccionada em impressora 3D, de baixo custo: segundo ou professor, o modelo completo saiu por cerca de R$ 200, enquanto similar importado sairia por R$ 4 mil. O Coronatrack é composto por uma minibomba, entrada e saída de ar, botão liga -desliga, deslizante, compartimento para bateria e uma placa GPS. Tudo isso ligado a uma mangueira com filtro, onde o vírus é aprisionado. O equipamento é leve e funciona acoplado à roupa do usuário, permitindo monitorar o ambiente por onde ele desloca.
     
    “A vazão de ar no qual o vírus é capturado é calibrada em um sistema digital portátil que temos aqui no laboratório”, explica Evangelista.
     
    O Coronatrack ainda contará com a participação da Policlínica Piquet Carneiro, unidade de saúde da Uerj, onde o Laboratório de Histocompatibilidade e Criopreservação (HLA) será responsável por realizar uma análise da substância coletada através do teste RT-PCR.
     
    Conforme Evangelista, a invenção será patenteada e a intenção é obter o apoio do poder público ou da iniciativa privada.


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