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  • Catete, um bairro do Rio com muita história e nome indígena

    Da Redação em 28 de Maio de 2020    Informar erro
    O bairro Catete ganhou esse nome devido ao rio que antigamente corria paralelo onde é hoje a Rua do Catete. Tem origem na língua tupi que significa "mata imensa", pela junção de ka'a (mata) e eté-eté (imenso). O local era habitado pelos índios da aldeia Uruçumirim (uruçu=abelha; mirim=pequeno), chefiada por Biraçu Merin. O Rio Catete desembocava na Praia do Russel, que foi aterrada por ocasião da abertura da Avenida Beira-mar e, depois, com a construção do Parque Brigadeiro Eduardo Gomes.
     
    A partir de 1840, a nobreza escolheu o local para construir mansões e fixar residência. Entre eles, o Barão de Nova Friburgo, que mandou edificar o Palácio do Catete que posteriormente foi residência presidencial durante mais de 60 anos, abrigando 18 mandatários. O mais famoso deles foi Getúlio Vargas que se suicidou no local com um tiro no peito em 1954.
     
    O bairro abriga um incrível acervo de construções históricas tombadas pelo Patrimônio Histórico. Com a transferência da capital para Brasília, o Palácio e seus jardins foram transformados no Museu da República e constituem um importante polo turístico e cultural da cidade.
     
    Do bairro também saíam os blocos de granito para a construção de diversas igrejas cariocas, como a da Candelária, no Centro, e a de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado. A matéria-prima era extraída pelos escravos, de pedreiras localizadas no final do que, hoje, são as ruas Pedro Américo e Bento Lisboa).
     
    Seu índice de qualidade de vida, em 2010, era de 0,927, colocando o bairro na 17º posição entre os bairros do Rio. É o 12º bairro mais valorizado da cidade, segundo o índice de valorização imobiliária, beneficiado, sobretudo, por sua localização estratégica dentro da capital fluminense, ligando o Centro da cidade à Zona Sul.
     
    O bairro abriga duas igrejas católicas (o Santuário Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, ao lado do Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria, e a Igreja Matriz Nossa Senhora da Glória do Largo do Machado, duas igrejas batistas (uma na Rua Bento Lisboa, 149 e outra na Rua Tavares Bastos,  e um centro espírita (o Seara Fraterna, na Rua Bento Lisboa, 23).
     
    Nos últimos anos ganhou muitos restaurantes no entorno do Largo do Machado e recentemente na Rua Buarque de Macedo.
     
    O xodó dos moradores é o Parque do Flamengo, mais conhecido como Aterro, pois foi construído sobre o mar. Para os íntimos é chamado carinhosamente de “brejo”. O local é o maior parque urbano da América Latina construído no início da década de 60.
     
     
    Fonte: Wikipédia
     
     


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      • Comentário do post Virgínia Jane:
        Catete e Largo do Machado,amo esses bairros.

      • Comentário do post WALDIR PACHECO GARCIA:
        UM POUCO DO MEU RIO DE JANEIRO


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