O conjunto de quatro lagos do Museu da Arte Moderna do Rio, projeto de Burle Max, tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), possui plantas aquáticas amazônicas, como vitórias-régias, vegetação de borda e tilápias vermelhas.
Concluído em 1956, integram os Jardins do MAM que inclui 48 palmeiras em torno do prédio modernista projetado por Eduardo Reidy em 1948. Vistas do topo, elas formam um elegante conjunto com as plantas rasteiras coloridas, arbustos, bromélias do nordeste, canteiros de pedras e um espelho d’água com vegetação lacustre. Em uma das áreas, o contraste entre dois tipos de grama forma o padrão ondulado do calçadão de Ipanema.
A manutenção fica a cargo da Fundação Parques e Jardins, mas na administração Crivella ela é precária. A própria direção do MAM decidiu fazer a conservação diante da omissão da Prefeitura.
O acesso até o MAM é pela Av. Beira Mar por uma passarela ou por carro pelo Aterro à direita pouco antes da saída para o Aeroporto Santos Dumont. Mesmo com o policiamento do Centro Presente, recomenda-se prestar atenção redobrada principalmente se for fotografar ou falar ao telefone.