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  • Antigo reservatório de água do Morro da Viúva, um lugar que poucos cariocas conhecem

    Da Redação em 07 de Março de 2021    Informar erro
    Local: Antigo Reservatório do Morro da Viúva
    ENDEREÇO: Av. Oswaldo Cruz esquina com Travessa Acaraí
    CONTATO: Contato Diego 21 97035-5983
    LINK: Clique aqui e visite o site
    O Rio de Janeiro está sempre nos surpreendendo. No alto do Morro da Viúva existe um antigo reservatório de água da CEDAE construído em 1878. Ele está em completo abandono e tomado pela vegetação. É como se entrássemos num túnel do tempo com construções antigas e uma incrível vista do Cristo Redentor, do Pão de Açúcar e da Baía de Guanabara.
     
    O reservatório é composto por duas câmaras semi-enterradas com 30m de largura por 25m de comprimento cada uma, totalizando 1500m². O fundo fica a 4m de profundidade e o trecho que emerge do chão tem cerca de 1m. 
     
    Apesar do abandono, o local é preservado pelos próprios moradores que ocupam 12 casas no entorno e que se encarregam de capinar e podar as árvores. Os moradores estão no local há várias gerações. Não é uma comunidade, apenas um conjunto de casas com segurança para visitas.
     
    O reservatório do Morro da Viúva fazia parte do plano de abastecimento de água para a cidade do Rio de Janeiro concebido pelos engenheiros Jerônimo de Moraes Jardim e Luiz Francisco Monteiro de Barros.
     
    Foi construído por Antônio Gabrielli por contrato com o Governo Imperial e era alimentado através do Reservatório dos Macacos. Passou a receber água também de Pedregulho de forma a equilibrar o abastecimento e atendia os bairros de Botafogo, Praia Vermelha e Leme.
     
    O acesso ao local é pela Av. Oswaldo Cruz esquina com a Travessa Acaraí (ver mapa). No final da travessa existe um escadaria com 200 degraus que pode ser percorrida em menos de 10 minutos, mas que exige preparo físico. Não é aconselhável a idosos e inviável para portadores de necessidades especiais.
     
    Apesar de ser aberto à visitação não é recomendável chegar depois das 17h para a segurança dos moradores locais. O que pouca gente sabe é que é pode ser visitado, inclusive com um guia morador do local. Diego, um rapaz super educado e solícito, faz uma visita guiada contando as histórias do local com contribuição colaborativa.
     
     


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