Com 15 integrantes entre 14 e 26 anos, a formação mais experiente da Camerata Uerê, formada a partir do Complexo da Maré, toca obras-primas de Bach, Vivaldi e Tchaikovsky junto com dois consagrados músicos franceses Dominique de Williencourt (violoncelo) e Jean Ferrandis (flauta) , professores em duas das maiores escolas musicais de Paris e do mundo.
O encontro fecha com chave de ouro o programa de outubro do Música no Museu, maior série fixa de música clássica do Brasil, com 26 anos de atividade ininterrupta.
A formação está com nove violinos, três violas, dois violoncelos e um contrabaixo, fora os solistas. A orquestra de câmara de cordas mostra o resultado da evolução de uma década, que a Camerata Uerê completa em 2023, como parceira do Música no Museu. É também seu primeiro grande concerto sob a regência do maestro Mateus Araujo, que a assumiu em julho.
O repertório começa com o Prelúdio das “Bachianas Brasileiras n.4”, de Heitor Villa-Lobos, “uma das mais expressivas páginas da música brasileira”, nas palavras de Mateus Araujo, cujo currículo inclui o posto de regente titular de orquestras como Jazz Sinfônica de São Paulo, Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfônica do Theatro da Paz (Belém), Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem e Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro.