O encontro entre Silvério Pontes e Antonio Guerra nasce da maneira mais natural e brasileira possível. Véspera de lançamento do CD Reencontro, de Silvério, seu pianista havia faltado o ensaio, telefonemas vão e vem, e contactam Antonio Guerra para tocar a primeira vista. O entrosamento se deu de imediato, e passeando por choros, maxixes, valsas e jazz, Antonio e Silvério acharam uma afinidade inesgotável.
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