O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vai utilizar recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para finalizar, até 2026, 138 projetos ou obras de recuperação de patrimônios históricos tombados. O Iphan ainda prevê edital para elaboração de 100 novos projetos.
O Palácio foi construído entre 1858 e 1867 pelo comerciante e fazendeiro de café Antônio Clemente Pinto, Barão de Nova Friburgo e é um monumento de grande importância histórica, arquitetônica e artística para o nosso país.
Sua arquitetura é luxuosa em estilo eclético, com obras de artistas importantes como os pintores Emil Bauch, Gastão Tassini e Mario Bragaldio e o arquiteto Gustav Waehneldt.
Adquirido pelo Governo Federal para sediar a Presidência da República em 1896, o local guarda momentos de consternação e comoção nacional como o velório do presidente Afonso Pena, em 1909, e o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954.
O Palácio foi sede do Poder Republicano por quase de 64 anos (18 presidentes utilizaram suas instalações) até a transferência da Capital Federal para Brasília em abril de 1960. Logo em seguida, em novembro do mesmo ano, passou a abrigar o Museu da República.
O Palácio tem salões suntuosos e jardins impecáveis com lago, chafariz, coreto, parquinho infantil, café, cinema e muita programação cultural.
O Museu da República visa oferecer ao visitante um panorama da história republicana através de seu acervo.
Ali o visitante encontra fotos, documentos, objetos, mobiliário e obras de arte dos séculos XIX e XX e o Espaço de Atualização com informações atuais. Jornais do dia, noticiários na TV etc, mostram que a História está em permanente movimento, transformando-se a partir das nossas ações.
Fonte e foto: Museu da República/ Agência Brasil