Os municípios do Estado do Rio de Janeiro concentram os maiores valores de royalties do petróleo distribuídos no país. Entre janeiro e julho de 2026, nove das dez cidades que mais receberam recursos dessa natureza eram fluminenses, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O ranking é liderado por Maricá, que recebeu aproximadamente R$ 1,907 bilhão no período. Em segundo lugar aparece Saquarema, com cerca de R$ 1,646 bilhão, seguida por Macaé, que arrecadou aproximadamente R$ 1,007 bilhão.
Na quarta posição está Araruama, com cerca de R$ 776 milhões. Arraial do Cabo ocupa o quinto lugar, com R$ 616 milhões, enquanto Niterói aparece na sexta colocação, com aproximadamente R$ 592 milhões.
O ranking segue com Campos dos Goytacazes, em sétimo, com R$ 418 milhões; Mangaratiba, em oitavo, com R$ 269 milhões; e Armação dos Búzios, em nono, com cerca de R$ 250 milhões.
A única cidade fora do Rio de Janeiro entre as dez primeiras é São Sebastião (SP), que aparece na décima posição, com aproximadamente R$ 245 milhões.
Os maiores recebedores
1º – Maricá (RJ): R$ 1,907 bilhão
2º – Saquarema (RJ): R$ 1,646 bilhão
3º – Macaé (RJ): R$ 1,007 bilhão
4º – Araruama (RJ): R$ 776 milhões
5º – Arraial do Cabo (RJ): R$ 616 milhões
6º – Niterói (RJ): R$ 592 milhões
7º – Campos dos Goytacazes (RJ): R$ 418 milhões
8º – Mangaratiba (RJ): R$ 269 milhões
9º – Armação dos Búzios (RJ): R$ 250 milhões
10º – São Sebastião (SP): R$ 245 milhões
Os royalties são compensações financeiras relacionadas à exploração de petróleo e gás natural e distribuídas entre União, estados e municípios produtores ou afetados pela atividade. Os valores recebidos pelos municípios variam de acordo com critérios previstos na legislação, além de fatores como produção e preços de referência.
A presença de nove municípios fluminenses entre os dez maiores recebedores evidencia o peso da atividade de petróleo e gás na arrecadação das cidades do estado.