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  • Diligências começaram a circular em 1817 antecedendo os bondes no Rio de Janeiro

    Da Redação em 11 de Junho de 2021    Informar erro
    As primeiras diligências que trafegaram no Rio remontam ao início do século XIX e antecedaram a chegada dos bondes. Aviso Régio assinado pelo Rei Dom João VI, em 1817, concedeu a Sebastião Fabragas Surigué exclusividade para estabelecer uma linha de diligências entre o Centro da Cidade e o Palácio de São Cristóvão, assim como outra para a Fazenda de Santa Cruz.
     
    A finalidade era facilitar o transporte de malas de correio e proporcionar condução cômoda às pessoas que desejassem "beijar a mão" de sua majestade. Eram carruagens puxadas por até quatro cavalos, capacidade para até 10 pessoas e bagageiros, além de quatro a seis janelas de cada lado. 
     
    Elas saíam do Centro da Cidade às 04h da manhã para chegar à Fazenda Real de Santa Cruz às 09h30. De lá partiam novamente às 17h30 para chegar à cidade às 22h30 gastando assim mais de cinco horas de viagem.
     
    Pouco antes da metade do século foram inauguradas linhas de diligências para Botafogo, São Cristóvão e Tijuca. Em 1866, havia cerca de 90 diligências fazendo o serviço regular entre diversos bairros e pertencentes a varias empresas. Eram distinguidas por cores diferentes, entre amarelas, roxas, brancas e azuis. 
     
    O ponto inicial era no Largo de São Francisco. Até o ano de 1884, existiam 374 diligências. Com a chegada do bonde entraram em decadência e deixaram definitivamente de circular em 1906. 
     
    Fonte: Rio de Janeiro em seus 400 anos
     
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