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  • Sancionada lei que permite reconstrução do Canecão, espaço vai ter sala de 1.500 lugares

    Da Redação em 16 de Janeiro de 2022    Informar erro
    Doze anos após fechar as suas portas, o imóvel onde funcionou o Canecão, tradicional casa de espetáculos na Zona Sul da cidade, será reconstruído.
     
    O prefeito Eduardo Paes sancionou, nesta sexta-feira 14/01, a Lei aprovada pela Câmara Municipal do Rio que estabelece condições para a implantação do equipamento cultural multiuso Canecão no Campus Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ,) em Botafogo.
     
    De acordo com o texto, aprovado por unanimidade com um substitutivo após diversas discussões e audiências públicas na Câmara, o equipamento cultural terá altura máxima de 20 metros e o projeto para sua implantação deverá ser precedido de um estudo de impacto sobre os efeitos do empreendimento na qualidade de vida da população residente no entorno. O projeto também deverá contemplar locais de embarque e desembarque, de carga e descarga, além de vagas de estacionamento.
     
    A presidente da Comissão de Assuntos Urbanos da Câmara, vereadora Tainá de Paula (PT), lembrou da importância da casa de shows para a cultura. “O esvaziamento do Canecão vem sendo alvo de discussão há mais de uma década. Resgatar a importância deste equipamento e colocá-lo de volta na cena carioca é fundamental”, acredita a parlamentar.
     
    Em audiência pública realizada na Câmara antes da votação do projeto, a reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho falou sobre como a Universidade pretende reconstruir o imóvel. “Uma vez autorizado, nós vamos partir para o projeto do que nós queremos que seja: um equipamento cultural com uma sala de 1.500 lugares, que comporte ópera, musicais, mas também salas associadas onde possa haver exposição e áreas externas onde o público possa também visitar”, contou.
     
    Inaugurado em 1967, o Canecão funcionou como um importante espaço difusor da cultura carioca e nacional até o seu fechamento definitivo, em 2010, após uma longa batalha judicial envolvendo a UFRJ, proprietária do terreno, e o antigo inquilino. Desde então o imóvel estava fechado e sem uso. Não houve um grande nome da Música Popular Brasileira que não tenha se apresentado no palco da mais tradicional das casas de espetáculos do Rio.
     


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